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Banco do Povo de Cidade Ocidental Geração de Emprego, Renda e Desenvolvimento Social. |
Microcrédito
Para Financiar o Seu Negócio A
Tendência de Expansão Linhas
de crédito, a taxas e prazos diferenciados, são necessárias a qualquer
negócio – em fase de desenvolvimento e mesmo na consolidação. Uma das
maiores dificuldades do micro e pequeno empresário é encontrar linhas de
crédito compatíveis com suas possibilidades de cumprir os compromissos
de pagamento. Mas já existem opções muito acessíveis, inclusive para
os que trabalham na informalidade e, de outra forma, não teriam como
tomar empréstimos por falta de documentação básica para garantir as
transações. Para eles, há o chamado microcrédito. No
Brasil, segundo dados da Caixa Econômica Federal, 25 ,milhões de famílias
não tem acesso a banco, muito menos a crédito. Mesmo os R$ 320 milhões,
liberados no ano passado, são um volume reduzido em relação aos
montantes do mercado tradicional. Só a carteira de crédito do Bradesco,
o maior banco privado do Brasil, fechou em R$ 50,8 bilhões no ano
passado. Essa é a realidade sobre a qual o Sebrae tem chamado atenção,
na certeza de que o segmento fica com apenas 10% dos créditos totais,
embora responda por cerca de 30% do Produto Interno Bruto e 60% dos
empregos, no país. A universalização do crédito é uma das sete
prioridades da entidade. Mas,
embora ainda haja muitos passos a dar no sentido de melhorar a oferta, as
alternativas existentes encontram-se em expansão, em especial nas
instituições bancárias públicas, que vêm ampliando os montantes
disponíveis. Até
mesmo os bancos privados começam a abrir as portas ao segmento, com
iniciativas diferenciadas. Os pioneiros estão certos de que existem ai
boas oportunidades de negócio, com margem de lucratividade se a aposta
for na escala e nos resultados de médio e longo prazo. Uma das melhores
lições que o passado recente nos oferece é a de que nessa seara vale
trabalhar em perspectiva e estreita colaboração. Não por acaso, as opções
existentes são baseadas em consultoria para os empresários. Assim, ao
mesmo tempo que tomam os empréstimos, recebem todas as indicações para
aprimorar sua atuação, como você pode conferir a seguir – um
incentivo a tomadores e ofertantes de crédito. Afinal, são as micro e
pequenas empresas o fermento da economia do país. Mais
Dinheiro Para Financiar Pequenos Negócios Sem
complicações e acessível até para informais, o crédito para micro e
pequenas empresas já é uma realidade no Brasil. Melhor ainda, está em
expansão como instrumento de incentivo à consolidação dos
empreendimentos em atividade na camada de baixa renda, iniciativas que
sempre criam novos empregos. É um dos fatores que concorrem para a
melhoria da qualidade de vida. A tendência foi reforçada com a determinação
da Presidência da República aos ministros da área econômica e
presidentes dos bancos do Brasil, do Nacional, de Desenvolvimento Econômico
e Social e da Caixa Econômica federal de ampliar os recursos para as
linhas existentes. As
três instituições devem oferecer ao segmento, em 2003, um total de R$
24,4 bilhões. Só o BNDES trabalhará com um orçamento de R$ 34 bilhões,
para todas as demandas de crédito. Se mantiver a atitude do ano passado,
quando destinou para micro e pequenas empresas 19% do total disponível,
até o fim do ano deverá ter liberado no mínimo R$ 6,4 bilhões para a
mesma finalidade. A Caixa Econômica Federal, por sua vez, pretende tornar
disponível nessa carteira R$ 7 bilhões, e o Banco do Brasil, R$ 11 bilhões.
Haverá, portanto, um considerável avanço em relação ao montante
global de 2002: R$ 17,67 bilhões do BNDES, R$ 3,8 bilhões, da CEF e R$
7,9 bilhões do BB. Microcrédito
Para Informais A
oferta de recursos, para essa área antes tão relegada, agora chega para
quem nem imaginava ter acesso à possibilidade, via agentes que saem a
campo em busca de tomadores em comunidades carentes. A modalidade chama-se
microcrédito e está disponível em fontes com diferentes estruturas –
desde organizações não-governamentais (ONGs) até instituições com
fins lucrativos, que apostam no potencial da camada de baixa renda, muitas
vezes impelida a abrir negócios próprios por falta de oportunidades no
mercado formal de trabalho. Do ponto de vista estritamente econômico-financeiro,
mesmo aquelas que não visam ao lucro atuam sob o princípio da
auto-sustentabilidade – o que difere da filantropia. “O
microcrédito é uma ferramenta viável e poderosa para alcançar milhões
de brasileiros que buscam em uma atividade econômica independente a
resposta às necessidades de ocupação e renda.” Eli
Moreno – Coordenador do Programa Sebrae de Microcrédito Segundo
o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), envolve mais de
15 milhões de pessoas, só nas regiões urbanas – cerca de 25% da
população economicamente ativa. A experiência prática mostrou, ao
longo da história desse tipo de crédito, que os agentes devem incentivar
o desenvolvimento de seus clientes, via cuidadoso acompanhamento do negócio.
Essa atividade e consultoria, embutida nos créditos, é preliminar à
concessão. O
microcrédito conta hoje com cerca de 170 operadoras com diferentes
características, informa o consultor Eli Moreno. Desse total, a maioria,
130 iniciativas foram formadas por organizações não-governamentais (ONGs)
ou organizações da sociedade civil de interesse público (OSCIPs). Há
ainda 24 que são sociedades de crédito ao microempreendedor (SCM) –
empreendimentos privados, com objetivo de lucro – e 16 são operadoras
distribuídas entre bancos privados, estatais, agências de fomento e
programas de governo. Cerca de 45% delas encontram-se na região Sudeste,
25% no Nordeste, 20% no Sul e 10% nas regiões Norte e Centro-Oeste.
Estima-se que atendam aproximadamente 200 mil clientes ativos e mantenham
cerca de R$ 250 milhões em financiamentos. Esses
números não são uma unanimidade. Variam de acordo com os fontes que
analisam o segmento. O Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam)
realizou uma pesquisa financiada pela Fundação Ford sobre “O Processo
de Expansão das Microfinança no Brasil”. Foi coordenada pela
consultora Renata Lins e mapeou 133 instituições. “A demanda global
brasileira ainda é um setor pouco estudado na área do microcrédito. A
Organização Internacional do Trabalho fez um estudo preliminar, baseado
em dados do IBGE, cuja conclusão é de que o conjunto de entidades de
microcrédito atende a 1% da demanda potencial.” De acordo com a análise
do Ibam, os clientes do microcrédito são na sua maioria informais. E o
percentual vem subindo: em 1999 estava em 66% em 2000 foi para 73%. São
cozinheiras que fazem quentinhas, cabeleireiras que atendem em casa,
vendedores ambulantes e donos de lojas e lanchonetes, em favelas ou áreas
de baixa renda. Os valores disponíveis para a demanda oscilam de R$ 100 a
R$ 10.000. O estudo aponta que, ao longo de 2001 (ano em que foi realizado
o levantamento, consolidado em 2002), foram liberados cerca de R$ 320 milhões,
em 360 mil operações, para 341 mil empresários. O total de recursos
praticamente dobra em comparação com o oferecido em 1999: R$ 159 milhões,
o que indica o vigor do segmento. A
legislação que regula essa atividade data de 1999. Podem atuar como
instituições de microcrédito organizações não-governamentais,
sociedade civis de interesse público – ambas sem fins lucrativos – e
sociedade de crédito ao microempreendedor, reguladas pelo Banco Central.
Segundo Renata Lins, o maior atrativo dessas instituições, para os
clientes, não é exatamente a taxa de juros. “Apesar de mais baixa, ela
não é muito diferente da oferecida pelo mercado. As operações de
microcrédito custam em torno de 3,5% ao mês, contra a média de 5,9%
cobrada pelos bancos. A grande diferença é o montante. Há instituições
que oferecem empréstimos de R$ 500 – muito pouco e impraticável para
os bancos de varejo.” Ainda
de acordo com a pesquisa do Ibam, a figura do avalista é a garantia mais
utilizada (83% dos empréstimos), mas com a novidade do aval solidário,
em que um grupo se responsabiliza pelo pagamento individual de cada
integrante. É um cuidado fundamental, para garantir o cumprimento dos
acordos. Mas a maioria dos tomadores de empréstimos não foge do
pagamento. A taxa de inadimplência média fica em torno de 4%, quanto a
geral no país é de 20%. A
forma de capitalização vigente no Brasil proíbe as instituições de
microcrédito de captar recursos no mercado, informa Renata Lins. “As
entidades dependem do BNDES e de repasses do orçamento de prefeituras e
governos estaduais”. O BNDES é, desde 1996, o formulador da estratégia
de desenvolvimento das microfinanças no Brasil. Dois anos depois de lançadas
as linhas gerais, foi desenvolvida a metodologia de formação de agentes
de crédito. A
instituição firmou um convênio de cooperação técnica com o Banco
Interamericano de Desenvolvimento (BID), que para essa finalidade concedeu
um montante não-reembolsável de US$ 5 milhões, dos quais 60% destinados
à aplicação direta em instituições microfinanceiras. Foi a origem do
Programa de Desenvolvimento Institucional (PDI), que estrutura o segmento,
tanto na expansão organizada de instituições dedicadas, como na oferta
de instrumentos gerenciais e operacionais. São inúmeras as vantagens da
modalidade para ambos os lados, como também para a comunidade. Quem
empresta atua em mercado incomum, totalmente aberto e inexplorado.
Iniciativas privadas, portanto, podem ser rentáveis, desde que atuem com
prudência e profissionalismo. Organizações não-governamentais, por sua
vez, encontram aí mais uma oportunidade de abrir ao cidadão o resgate da
cidadania econômica e social. Interessados em abrir organizações de
microcrédito encontram apoio e assessoria no Sebrae de seus respectivos
estados e também na Associação Brasileira das Sociedades de Crédito ao
Microempreendedor. Como
Implantar Uma Instituição de Microcrédito Quem
estiver disposto a empreender, como instituição de microcrédito (IMC),
deve seguir algumas etapas fundamentais. Detalhes a respeito podem ser
consultados tanto no site do Sebrae (www.sebrae.com.br)
como no da Comunidade Solidária, onde se encontra a Cartilha das OSCIPs
– http://www.comunidadesolidaria.org.br.
Antes
de qualquer movimento, porém, é preciso traçar um plano de negócios
com premissas e componentes atualizados capazes de retratar
possibilidades, interesses e condições da empresa ou da OSCIP. Sempre
com o cuidado de contar com o assessoramento de profissionais
especializados. Passos
a Seguir
Os
Modelos de Organização
As
Linhas Disponíveis para Empresas Legalizadas Micro
e pequenas empresas legalmente constituídas podem, ao contrário das
informais, buscar empréstimos na rede bancária pública e privada. Nos
bancos particulares, ainda não há uma tradição de apoio ao segmento,
no Brasil. Embora seja responsável por 30% do PIB e 60% dos empregos, no
país, fica com apenas 10% do total de crédito ofertado, que já é um
dos mais baixos do mundo, ao situar-se na faixa dos 24% sobre o PIB. A
maior parte do dinheiro vai para médias e grandes corporações.
Recentemente, porém, o panorama tem mudado. Já existem bancos dispostos
a garimpar esse veio tão carente de recursos, em especial para bancar o
capital de giro e os investimentos, as bases de qualquer empreendimento
bem-sucedido. Mauro
Arruda, consultor do Sebrae e especialista em crédito, está convencido
de que “os bancos terão de se voltar para esse público, embora seja
difícil saber quando” (observe as finanças de proximidade). Ele admite
que há problemas estruturais de acesso ao crédito a requerer solução,
como a insuficiência de garantias e mesmo de informações para que os
agentes possam decidir, com tranqüilidade, se devem ou não conceder créditos
a este ou àquele cliente pessoa jurídica. Esse gargalo, no caso das
micro e pequenas, é ainda mais apertado porque geralmente os empresários
não têm nada para oferecer como lastro, exceto bens pessoais, como a
casa própria – de difícil execução caso haja inadimplência. Nenhuma
instituição de crédito está disposta a trabalhar com níveis de risco
acima dos indicados como suportáveis para sua saúde financeira. Para
superar barreiras como essas, têm sido utilizados fundos de aval, como o
do Sebrae, o Fampe, o primeiro em sua modalidade no Brasil. Ele visa
facilitar o acesso das micro e pequenas empresas ao crédito, garantindo
até 50% do valor do empréstimo a ser tomado. Mas o mercado já conta com
outras opções na mesma linha, oferecidas pelo BNDES e Banco do Brasil,
ou o seguro de crédito da Caixa Econômica. De acordo com Arruda, “como
o Fampe é pequeno, relativamente à demanda potencial, a idéia é
especializa-lo, direcionando-o para operações inovadoras, cooperativismo
de crédito e o microcrédito”. Os bancos autorizados a trabalhar com
aval do Sebrae são: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da
Amazônia e Banco Nossa Caixa, de São Paulo. Podem
solicitá-lo microempresas, com receita bruta anual igual ou inferior a R$
244 mil, e empresas de pequeno porte, com receita bruta anual superior a
R$ 244 mil e igual ou inferior a R$ 1,2 milhão – industriais,
comerciais e de serviços. Para obtê-lo, o mutuário pagará a Taxa de
Concessão de Aval (TCA), a ser cobrada pelo agente financeiro, em nome do
Sebrae, no ato da liberação da primeira ou única parcela do
financiamento, nas seguintes bases: garantia de até 24 meses: 2%;
garantia de 24 meses e 1 dia até 36 meses: 5%; garantia de 36 meses e 1
dia até 60 meses: 5%; garantia de 60 meses e 1 dia até 96 meses: 6%. Recursos
Disponíveis De
maneira geral, os recursos existentes no universo financeiro, para micro e
pequenas empresas, dividem-se em dois grandes segmentos: os destinados a
capital fixo e a capital de giro puro. No primeiro caso, segundo o
consultor Mauro Arruda, os mais baratos são aqueles oferecidos pelo BNDES
e Banco do Brasil. O BNDES, informa o consultor, não empresta capital de
giro, anão ser que seja associado a investimento. Para capital de giro
puro, Arruda recomenda aos tomadores uma ampla pesquisa, para a escolha do
banco com o qual vão trabalhar. As
circunstâncias variam. Para o dia-a-dia, a empresa pode precisar de
capital de giro. Já se a intenção é crescer ou fortalecer o negócio,
tem de realizar investimentos em capital fixo, como equipamentos. Em ambos
os casos, a rentabilidade do negócio, no presente e no futuro, será
sempre o parâmetro para a decisão do empresário. Todo o cuidado é
pouco nos trâmites iniciais. Há diferenças entre o que os bancos
cobram. Hoje, começam a ser disponibilizados serviços como o da Federação
das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Sebrae, na internet,
que mostram as diferentes taxas. São sites interativos, que permitem ao
empresário saber o quanto pagaria se tomasse emprestado um determinado
valor. As
Linhas Disponíveis
Quando
e Como Recorrer a Empréstimos* Principal
Cuidado:
As
atuais taxas de juros. Se o empréstimo for imprescindível, a empresa
deve tomar o mínimo possível, para que não ponha em risco o negócio
como um todo. Alerta
Importante:
Na
economia real, nenhum negócio pode dar retorno sobre o capital investido
nos níveis das atuais taxas de juros. Medir
o Fôlego:
O pequeno empresário deve procurar esgotar todas as alternativas possíveis
antes de tomar emprestado em banco; uma das alternativas é aplicar um
rigoroso programa de redução de custos da empresa. Peso
dos Encargos:
Procure renegociar para reduzi-los. Os bancos preferem renegociar e
receber, a ter de lidar com a inadimplência e a possível incapacidade de
pagamento do tomador. Avalie
as Ofertas Antes de Decidir:
Faça um levantamento do que cada banco oferece, usando os serviços
disponíveis. Destacam-se entre estes os da Fiesp e do Sebrae, que dispõem
de um excelente serviço pela Internet – o site da Fiesp é interativo,
permitindo que se calcule, por exemplo, o quanto à empresa vai pagar se
demandar ao banco determinado valor num certo prazo. Evite:
Agir por impulso. Tomar emprestado é um passo que requer reflexão e
minuciosa avaliação de riscos. Para
Capital Fixo:
Praticamente, os únicos recursos disponíveis são os do BNDES, que não
empresta capital de giro, a não ser que seja associado a investimento. Para
Capital de Giro Puro:
Pesquise cuidadosamente. Há muito tempo não há diferença entre o que
cobram os bancos públicos e os privados. (*)
Recomendações do Consultor Mauro Arruda, do Sebrae. As
Finanças de Proximidade O
pouco que os bancos direcionam para o crédito em função, sobretudo, da
política monetária do governo, que capta grande parte dos recursos
disponíveis no mercado para rolar sua dívida, é direcionado às médias
e grandes empresas. “Para as micro e pequenas resta quase nada”,
lamenta o consultor Mauro Arruda. Um único número já é suficiente para
validar essa opinião: no ano passado, o volume total de crédito sobre o
PIB foi de 24%, percentual dos mais baixos do mundo. Ou seja, a divisão
desse pequeno bolo é cruel para empreendimentos de menor porte. Essa é a
notícia ruim. A boa, comenta Arruda: a inflação, estando sob controle,
os bancos terão de se voltar para esse público, quando ficar claro que a
tendência da dívida do governo é de queda. O Poder Executivo, ao
aumentar o superávit primário, dá demonstração de que está disposto
a forçar essa queda, que será o primeiro passo para a derrubada, de vez,
dos juros. “Num outro plano, há problemas estruturais de acesso ao crédito
a resolver, como a insuficiência de garantias e de informações que
facilitam a decisão dos bancos”. No primeiro caso, a solução é
complexa. Até o momento, para supera-la, faz-se uso dos fundos de aval,
como os do Sebrae, BNDES e Banco do Brasil. Mas a verdadeira solução das
garantias depende de mudanças na legislação sobre hipotecas.
Geralmente, o pequeno empreendedor só tem sua casa própria a oferecer
como garantia ao empréstimo que quer tomar. Hoje, em função das leis em
vigor, os bancos não aceitam esse bem, porque, se houver inadimplência,
é de difícil execução. Quando
à falta de informações, a solução cabe às instituições bancárias.
Terão elas mesmas de captar o que precisam, mediante atuação mais próxima
desse segmento, defende Arruda, praticando “finanças de proximidade”.
O banco que compreender isto e sair na frente, conquistará uma enorme
vantagem competitiva sobre os concorrentes. “Para praticar finanças de
proximidade, a fórmula correta é atuar em agrupamentos de empresas de um
mesmo setor ou cadeia produtiva, em uma determinada localidade. Seria a
forma de conhecer cada uma das empresas, ganhando, ao mesmo tempo, com a
escala.” Para
o consultor, um outro fator que pode levar os bancos a mudar de
comportamento em relação às micro e pequenas empresas é o aumento da
competição. Esta, por sua vez, pode resultar de iniciativas como a que o
atual governo está procurando implementar, fazendo deslanchar o
cooperativismo de crédito. “É claro que os efeitos disso serão mais
de médio e longo prazo”. Esse
cuidado em ampliar os horizontes da clientela para além dos limites do
cumprimento de compromissos de crédito é uma característica importante
do crédito para empreendimentos de menor porte. Acontece também nas
linhas voltadas aos informais, de maneira que os recursos funcionem como
uma alavanca, mas sempre calçada sobre a adequada sustentação. Nada
substitui o gerenciamento correto e a visão de longo prazo. Sites
Para Visitar e Saber Mais www.portaldomicrocredito.org.br www.abscm.com.br www.ibam.org.br www.bndes.gov.br www.bancodamulher.org.br
-
ONG que oferece crédito a empreendimentos sob a responsabilidade de
mulheres. www.pronaf.gov.br-
do Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar, com informações
sobre acesso e legislação. www.sebrae.com.br
-
com informações básicas sobre o segmento e as linhas existentes. www.basa.com.br www.banconordeste.co.br www.bancoreal.com.br
-
do Banco Real (ABN/AMRO); clique no espaço destinado a pequenas empresas. www.seplan.go.gov.br Extraído: do Informe Publicitário Publicado na Revista Época nº 254 de 31 de março de 2003 Titulo Original: Saiba Como Conseguir Crédito no Brasil Para Financiar Seu Negócio |
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Diagramação, Texto e Arte: Marcelo Mançano Aro - Coordenador Executivo - Banco do Povo de Cidade Ocidental |
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